Não vou justificar
O trocar de minhas letras,
Nem explicar meus lapsos de rebeldia
Não vou me acomodar com a pouca poesia
E nem negar o resto do que escrevo
Não quero morrer satisfeito por um copo de coca-cola
E nem fumar cigarro pra sentir a brasa que te falta
A minha brasa é a vida
E minha coca-cola é a rua
Tudo que eu quero não cabe no seu simples
Não é caligrafia de qualquer quadrado
Sou além,
Muito além da margem.
Dançar por uma noite é pouco
Poema em papel de bar é pouco.
É pouco fazer por fazer.
Faço acontecer
Pelos mosquitos que palpitam de pronto
Faço morrer por um grito de refém desesperado
Só pra me faltar limite
terça-feira, 8 de setembro de 2009
Justificando
Postado por pedro Vasconcelos. às 16:16
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