A novidade colorida em plasma,
Emite radiações de tempo e esperança.
Na solidão América
Nada posso ser além,
Nada posso ir além de individuo.
Nada posso pensar por entre o fora
Da mediocridade da paixão e da família.
O pássaro branco anuncia.
O sorriso e a alegria do não ser
Não sou Deus,
Não sou pai e não sou filho,
Não criei o mundo
E não julguei o homem.
Prazer!
Meu nome é profano
Sou vento e afano
E tenho tempo,
Tempo pra dar e vender.
Pedro Vasconcelos
2009-04-09
terça-feira, 8 de setembro de 2009
Santa Semana
Postado por pedro Vasconcelos. às 16:33
Assinar:
Postar comentários (Atom)

0 comentários:
Postar um comentário